O principal índice da bolsa brasileira encerrou a sessão desta terça-feira em baixa de 0,52%, marcando 205.835 pontos, pressionado por um movimento natural de realização de lucros após a disparada registrada no dia anterior.
Movimento de correção após o rali eleitoral
A guinada negativa ocorreu após o forte avanço de quase 8% na véspera, impulsionado pelo favoritismo de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial e pela configuração de um Congresso mais alinhado à direita. O indicador oscilou entre a mínima de 204.725 pontos e a máxima de 209.523 pontos ao longo do dia, descolando-se dos demais ativos locais que mantiveram a trajetória de valorização.
Impacto das commodities e desempenho dos bancos
O enfretamento das principais empresas do setor de commodities pesou sobre o resultado global da bolsa. As ações preferenciais da Petrobras recuaram 2,78%, enquanto os papéis ordinários da Vale tiveram desvalorização de 1,44%.
O setor bancário apresentou resultados divididos. Os ativos do Banco do Brasil despencaram 6,42%, refletindo a realização de ganhos após acumularem alta de 6,63% no mês devido ao otimismo político. Em contrapartida, os papéis do Bradesco figuraram entre os destaques positivos da sessão, avançando 4,40%.
Liquidez elevada e cenário internacional
A movimentação financeira na praça brasileira permaneceu robusta, com o Ibovespa movimentando R$ 43,5 bilhões, enquanto o giro total na B3 atingiu R$ 57,8 bilhões.
No exterior, os mercados norte-americanos fecharam o dia no campo positivo. O índice S&P 500 subiu 0,58%, o Dow Jones registrou ganho de 0,49% e o Nasdaq encerrou com valorização de 0,45%.




















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