O ministro Gilmar Mendes, integrante do Supremo Tribunal Federal, ordenou nesta terça-feira (6) o encerramento do pedido de investigação que mirava o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), escolhido como candidato a vice-presidente na chapa liderada por Flávio Bolsonaro (PL).
Entenda a decisão de Gilmar Mendes no STF
A determinação do magistrado ocorreu após o acolhimento de uma manifestação da Procuradoria-Geral da PGR, que apontou a ausência de elementos probatórios contra o parlamentar. O processo havia chegado à mais alta Corte do país depois que a Polícia Federal pediu aval para iniciar um inquérito formal.
Origem da acusação e defesa do deputado
A denúncia formal foi protocolada em março por parlamentares opositores, especificamente o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Os políticos alegavam ter recebido relatos de que Gaspar teria se envolvido com uma menor de idade na época dos fatos, resultando em uma gravidez e no nascimento de uma criança que atualmente tem oito anos de idade.
Exame de DNA e conclusão da Polícia Federal
Desde o início das imputações, cujos nomes dos envolvidos não foram revelados publicamente, Alfredo Gaspar negou veementemente as alegações. O político prontamente se disponibilizou para esclarecer os fatos e, ainda no mês de abril, entregou material biológico para a realização de um teste de paternidade.
Após a condução de diligências por parte da corporação policial, a Procuradoria-Geral da República avaliou que não havia sustentação para prosseguir com o caso, posicionamento este referendado pelo relator no STF.
Diante do desfecho judicial, o deputado federal criticou duramente a iniciativa dos parlamentares que assinaram a representação, rotulando o episódio como uma calúnia sem limites e exigindo responsabilização legal para os autores da denúncia.
















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