O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rotulou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o “pai do tigrinho” e o “pai do cassino online”. A declaração ocorreu neste sábado, 26, durante uma carreata em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, ao lado de Douglas Ruas, candidato do PL ao governo fluminense.
Críticas duras ao governo federal
Em cima de um trio elétrico, o parlamentar acusou o chefe do Executivo de endividar a população brasileira e afirmou que o governo atual está completamente descontrolado. As críticas vieram apenas um dia depois de o governo federal oficializar a proibição de cassinos virtuais e apostas esportivas no território nacional.
Acusações de medidas eleitoreiras
Ainda na sexta-feira, 25, durante a formatura de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o candidato já havia disparado contra a medida provisória assinada por Lula. Na ocasião, ele classificou a determinação como hipócrita, populista e eleitoreira, argumentando que a gestão petista tenta agradar o eleitorado após o setor se transformar em uma epidemia nacional.
O político também questionou o timing da decisão, assinada a apenas nove dias do primeiro turno das eleições. Segundo ele, não há garantias de que o mercado de apostas não seja liberado novamente após o pleito, sugerindo que a manobra tem motivações estritamente eleitorais.
Propostas de campanha e segurança pública
Durante o ato político na Baixada Fluminense, o senador aproveitou para detalhar algumas de suas principais promessas de campanha. Ele afirmou que pretende declarar guerra aos narcoterroristas e defender a redução da maioridade penal para 16 anos, argumentando que menores não devem ficar impunes ao cometer crimes de adultos.
Na economia, o candidato prometeu implementar cortes profundos na carga tributária e diminuir os impostos sobre a folha de pagamento. No setor da saúde, reforçou a intenção de nomear o diretor do Hospital Israelita Albert Einstein para comandar o Ministério da Saúde, com o objetivo de implementar o padrão de atendimento da instituição privada no Sistema Único de Saúde (SUS).
Por fim, o parlamentar declarou que pretende receber a faixa presidencial das mãos de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre pena após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
















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