O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia indicado em outubro de 2024 que baniria as casas de apostas no território brasileiro caso as novas normas de controle não surtissem o efeito esperado.
H2 A escolha pela regulação em vez do banimento imediato H3 Reunião ministerial definiu os rumos do mercado
Durante participação na Rádio Metropole em 17 de outubro de 2024, respondendo a questionamentos do radialista Mário Kertész, o chefe do Executivo detalhou os bastidores da decisão governamental.
Naquela ocasião, o mandatário revelou que debateu o tema com 14 pastas ministeriais antes de optar por estabelecer regras, rejeitando temporariamente a extinção sumaria da atividade.
H2 Impacto inicial e saída de plataformas H3 Milhares de sites deixaram de operar
Conforme relatado pelo presidente durante a sabatina, mais de duas mil plataformas de apostas encerraram as atividades logo após a implementação das exigências iniciais do governo.
Apesar da redução na quantidade de operadores, a gestão federal manteve o monitoramento rigoroso para verificar se o regramento seria robusto o suficiente.
H2 Preocupação social com os mais vulneráveis H3 Crianças e famílias de baixa renda na mira
O governante também expressou forte preocupação com o consumo descontrolado de produtos de azar entre as camadas de menor renda da população e o uso de dispositivos móveis por menores de idade.
Para o presidente, a falta de barreiras efetivas no ambiente digital expõe crianças e cidadãos humildes a riscos financeiros severos.
O posicionamento externado no final de 2024 serviu como um aviso prévio sobre a postura rígida que o Palácio do Planalto adotaria diante de eventuais falhas na fiscalização do mercado de apostas online.




















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