Durante um comício realizado em Clarksville, no Tennessee, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu o público ao sugerir que pretende batizar o Oceano Atlântico ou o Pacífico com o seu próprio nome antes de deixar a Casa Branca.
Propostas de rebatismo geográfico
O líder republicano comentou sobre a possibilidade de adotar as nomenclaturas Oceano Trump ou Oceano das Américas. Além disso, o mandatário norte-americano expressou o desejo de colocar seu nome em um grande rio do país.
Mudanças anteriores em cartografia
A ideia inusitada surge na sequência de outras alterações promovidas pela administração federal. Trump já havia determinado a mudança do nome do Golfo do México para Golfo das Américas e assinou um decreto oficial para alterar a denominação do Lago Ontário, situado na fronteira canadense, para Lago América.
Apesar de dispor de autonomia para ordenar que os órgãos federais dos Estados Unidos utilizem essas novas nomenclaturas geográficas, o presidente não possui autoridade para impor tais mudanças a nações soberanas. Tanto o México quanto o Canadá optaram por não reconhecer as alterações anunciadas unilateralmente.
Promessas de campanha e cenário político
No decorrer do mesmo evento político, o republicano renovou a promessa de distribuir US$ 5 mil para cada cidadão adulto dos Estados Unidos, condicionado à manutenção da maioria do Partido Republicano na Câmara dos Representantes e no Senado após as eleições de meio de mandato, conhecidas como Midterms.
Diante da baixa aprovação popular do atual governo, que gera apreensão nos bastidores partidários para a disputa legislativa, Trump tem intensificado a participação em encontros públicos e apelado diretamente à base de eleitores: “Finjam, apenas finjam que estou concorrendo”, declarou aos apoiadores para estimular a mobilização.




















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