O governo brasileiro levou para a Assembleia Geral da Nações Unidas, em Nova York, os avanços do Sistema Único de Saúde no atendimento a mulheres na menopausa e no suporte a pacientes com doenças raras.
Integração na Atenção Primária
Durante os eventos paralelos realizados na quarta-feira (23), o secretário executivo da pasta, Adriano Massuda, destacou como a Atenção Primária à Saúde atua na linha de frente. O modelo brasileiro garante acompanhamento contínuo, prevenção, diagnóstico precoce e o devido encaminhamento para a rede especializada quando necessário.
Avanços no diagnóstico de doenças raras
Outro ponto de destaque na capital norte-americana foi a estruturação da rede para atender pessoas com doenças raras. O país apresentou inovações tecnológicas importantes, como a ampliação da triagem neonatal e a utilização de exames de sequenciamento genético para acelerar a identificação de patologias complexas.
Durante os debates com lideranças globais e representantes da sociedade civil, o representante brasileiro defendeu que essas condições patológicas passem a integrar as agendas prioritárias da saúde global. A proposta é fortalecer os sistemas públicos para que garantam diagnósticos precoces e acesso democrático aos tratamentos médicos.
A participação no fórum internacional reforçou a necessidade de transformar acordos diplomáticos em melhorias práticas para os cidadãos, consolidando o atendimento especializado dentro da cobertura universal de saúde.




















Leave a Reply