Um registro em vídeo no qual a influenciadora Gabriela Prioli sugere voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o pleito de 2026 provocou a repercussão de outra gravação antiga nas plataformas digitais, na qual ela sai em defesa do Banco Master e contesta as críticas direcionadas à instituição financeira.
A defesa do Banco Master nas redes sociais
No material publicado originalmente em abril de 2025, Prioli argumenta que os questionamentos enfrentados pela entidade bancária poderiam integrar uma manobra de grandes concorrentes do mercado para derrubar o valor dos ativos e viabilizar uma futura aquisição.
Na mesma gravação, a comunicadora exalta a lucratividade vantajosa oferecida pelos certificados de depósito bancário emitidos pela instituição. Usando o jargão popular “quem desdenha quer comprar”, ela negou, à época, ter recebido remuneração para veicular a propaganda.
Vínculo contratual e investigações
Apesar da negativa inicial sobre patrocínio, mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, principal executivo do banco, e divulgadas pela imprensa apontam para a existência de um acordo comercial. De acordo com os registros, uma profissional do setor de marketing do banco teria comunicado a Vorcaro que as tratativas com Prioli avançaram e que um contrato de 12 meses estava formalizado.
Diante da nova onda de ataques virtuais, a influenciadora afirmou estar sofrendo represálias por ter manifestado preferência política por um candidato capaz de dialogar com eleitores situados fora de sua bolha tradicional.
Embora não tenha mencionado o nome da entidade financeira em suas justificativas recentes, a figura pública reiterou que jamais manteve diálogo com o dono ou funcionários da empresa, tampouco firmou acordos ou aceitou pagamentos para divulgar o banco.
Operação sob escrutínio policial
Enquanto a polêmica ganha força na internet, apurações conduzidas pela Polícia Federal revelaram a existência de indícios sólidos sobre a atuação de um esquema estruturado e profissional voltado para blindar e promover a imagem do banco e de seu fundador nas redes sociais, envolvendo criadores de conteúdo, profissionais da imprensa e veículos de comunicação.
















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