A construtora aeronáutica Boeing está muito perto de finalizar um contrato bilionário para o fornecimento de 150 aviões 737 Max à Turkish Airlines. As negociações haviam sido paralisadas devido a um conflito sobre serviços mecânicos, mas foram retomadas após ameaças de cancelamento por parte da empresa aérea, segundo fontes próximas ao caso.
Origem do acordo e impasse comercial
A compra faz parte de um compromisso maior de 225 aeronaves que foi divulgado publicamente há um ano, após uma reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan. O processo de fechamento, no entanto, travou devido à insistência da companhia da Turquia em obter um contrato industrial voltado para a manutenção dos propulsores.
Próximos passos e silêncio das empresas
Com a superação das divergências comerciais, o acerto entre as partes pode ser formalizado já na próxima semana, conforme indicam três informantes que preferiram manter o anonimato.
A CFM — empresa conjunta formada pela GE Aerospace e pela francesa Safran, responsável pela fabricação dos motores —, assim como a própria Boeing, optaram por não se pronunciar sobre o assunto. Até o momento, a direção da Turkish Airlines também não deu respostas aos pedidos de posicionamento oficial.




















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