Apple reduz produção do iPhone 18 Pro por baixa procura

Apple corta pedidos do iPhone 18 Pro devido à baixa demanda

Apple reduz produção do iPhone 18 Pro por baixa procura Descubra por que a Apple cortou os pedidos de componentes do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max em até 20% devido à fraca demanda no mercado. A Apple diminuiu de forma drástica os pedidos de peças e componentes voltados para o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. A estratégia conservadora teve início em setembro, refletindo uma demanda inicial muito abaixo das expectativas para os novos smartphones topo de linha da marca.

Queda nos pedidos e impacto na cadeia de suprimentos

Conforme dados divulgados pelo jornal Nikkei Asia, as encomendas de suprimentos previstas para outubro sofreram um corte expressivo de 15% a 20%. O encarecimento global dos chips de memória, impulsionado pela alta procura por infraestrutura voltada para inteligência artificial, pressionou fortemente os custos de fabricação e motivou reajustes de valores. A companhia fechou recentemente um contrato com a Samsung que elevou em até 40% o custo de memórias DRAM e NAND flash. Esse cenário de alta nos custos já havia resultado em aumentos de preços em linhas de MacBook e iPad no mês de junho.

Mudança no calendário de lançamentos

Outro fator que pode ter desestabilizado as vendas é a alteração na estratégia comercial da fabricante. Pela primeira vez, a empresa optou por disponibilizar apenas os modelos avançados em setembro, deixando o modelo padrão do iPhone 18 para o ano seguinte. Essa alteração no cronograma pode ter gerado cautela nos consumidores, fazendo com que muitos optassem por aguardar a chegada das versões tradicionais ou mais acessíveis. O desaquecimento nas vendas foi registrado por fontes da indústria entre o final de agosto e o mês de outubro.

Especificações e preços dos novos celulares

Antes de definir as configurações finais, a fabricante avaliou incluir 16 GB de memória RAM nos novos dispositivos avançados, mas recuou e manteve os 12 GB da geração anterior, decisão também influenciada pelo encarecimento dos semicondutores. Os aparelhos chegaram ao mercado brasileiro com preços iniciais de R$ 11.999 para o modelo Pro e R$ 12.999 para a versão Pro Max, representando um reajuste de 4% em relação aos antecessores. Entre os principais atrativos estão o processador A20 Pro, sistema de resfriamento por câmara de vapor, Dynamic Island reduzida e câmera Fusion de 48 megapixels com abertura variável. Os telefones contam com telas de 6,3 e 6,9 polegadas e opções de armazenamento que chegam até 2 TB.