As urnas do primeiro turno deixaram um total de 189 parlamentares sem mandato, sendo 168 deputados federais e 21 senadores que tentaram a reeleição ou buscaram novos cargos públicos, mas acabaram derrotados.
H2 Impacto na Câmara dos Deputados O levantamento, fundamentado em dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral e das mesas diretoras, aponta que cerca de 26% dos 513 parlamentares em exercício na Câmara tentaram continuar no cargo, mas falharam na tentativa de renovar suas vagas. Outros preferiram disputar postos em assembleias estaduais, governos locais ou vagas no Senado.
H2 Derrotas expressivas no Senado No caso dos senadores que tentavam a permanência, figuram nomes de peso da política nacional. No Amapá, o líder governista Randolfe Rodrigues (PT) encerrou o pleito na terceira colocação. A mesma posição foi registrada pelo senador Ciro Nogueira (PP) no Piauí. Em Alagoas, Renan Calheiros (MDB) foi derrotado após duas décadas consecutivas de atuação no Senado Federal.
H2 Ex-ministros e cenário partidário A lista de não eleitos também engloba diversos ex-ministros do atual governo federal, a exemplo de Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Gleisi Hoffmann (PT), Celso Sabino (PDT) e Paulo Pimenta (PT).
Essas derrotas ocorreram em um cenário marcado pela expressiva renovação do Congresso Nacional e pelo avanço de pautas conservadoras. Enquanto legendas do Centrão encolheram, o Partido Liberal (PL), associado a Jair Bolsonaro, obteve 121 cadeiras na Câmara dos Deputados.
O amplo balanço das eleições evidencia mudanças profundas na correlação de forças políticas em Brasília para os próximos anos.
















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