Um naufrágio devastador na costa do Djibuti, no leste da África, resultou na morte de 139 imigrantes, entre eles pelo menos 15 crianças. A embarcação, que transportava um total de 305 pessoas, afundou entre a noite de 8 de outubro e a madrugada do dia 9, enquanto tentava realizar uma travessia marítima perigosa.
Detalhes do resgate e sobreviventes
Apesar da alta taxa de mortalidade, as operações de salvamento conseguiram resgatar 82 pessoas. As autoridades locais continuam mobilizadas nas buscas por desaparecidos e na prestação de atendimento médico emergencial aos sobreviventes, contando com o apoio de equipes especializadas.
A perigosa rota rumo ao Oriente Médio
O grupo a bordo tinha como destino final o Iêmen, servindo como ponto de passagem para tentar alcançar nações mais ricas do Golfo Pérsico. Mesmo diante de alertas severos e dos perigos iminentes da rota migratória, o fluxo de pessoas permanece constante na região.
Conflitos armados na região A travessia ocorre em meio à intensificação dos confrontos armados no Iêmen, dividindo forças governamentais apoiadas pela Arábia Saudita e rebeldes houthis alinhados ao Irã, o que eleva ainda mais a vulnerabilidade de quem se arrisca no trajeto.
Organização Internacional para as Migrações atua no caso Dados oficiais divulgados por agências ligadas à Organização das Nações Unidas confirmam a dimensão da tragédia. Enquanto os trabalhos de assistência seguem firmes, agentes humanitários e órgãos do Djibuti organizam os procedimentos para o sepultamento digno das vítimas resgatadas sem vida.




















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