O comunicador brasileiro Rogério Tomaz Jr. teve a entrada na Argentina barrada nesta segunda-feira (12) ao pousar no aeroporto Aeroparque, situado em Buenos Aires. Além de ter a residência permanente cancelada pelas autoridades migratórias, ele recebeu uma proibição de reingresso no território argentino com validade de cinco anos.
Suspeitas de motivação política
O profissional acredita que a punição tenha fundo ideológico, relacionando o ocorrido às suas críticas direcionadas à gestão do presidente Javier Milei, bem como a recentes atritos virtuais com aliados e membros do atual governo. Contudo, o brasileiro admitiu não possuir evidências concretas de que a sanção esteja ligada diretamente ao seu trabalho na imprensa.
Justificativa oficial e contestações
Conforme registros oficiais da Direção Nacional de Migrações, a anulação do documento ocorreu sob o argumento de que o estrangeiro não teria passado o período mínimo exigido em solo argentino para assegurar a permanência legal. Por outro lado, o jornalista rejeita tal argumento, assegurando que manteve suas visitas habituais ao país vizinho e avalia a possibilidade de apelar judicialmente contra a medida.
Repercussão e defesa da imprensa
Diante da situação, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal e a Federação Nacional dos Jornalistas emitiram um comunicado conjunto de repúdio. As organizações expressaram apoio integral ao repórter, enfatizando a importância fundamental da liberdade de imprensa e rechaçando qualquer tentativa de censura, perseguição ou expulsão de profissionais da comunicação por exercerem suas funções.




















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