Durante agenda política no estado do Paraná, o senador Flávio Bolsonaro (PL) direcionou duras críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), cobrando o avanço de dezenas de solicitações de afastamento contra ministros do Supremo Tribunal Federal.
Críticas à postura do Senado
O parlamentar expressou profunda frustração com a condução da Casa legislativa em relação aos pleitos protocolados. De acordo com o político, mais de 54 requerimentos voltados ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes continuam retidos na mesa diretora sem qualquer movimentação oficial.
Em sua declaração, o candidato à Presidência lamentou a demora e apontou uma suposta seletividade na análise de processos disciplinares dentro do Congresso Nacional.
Pressão e articulações políticas
Nos bastidores de Brasília, circulam discussões sobre a viabilidade de abrir espaço para analisar questionamentos direcionados ao ministro André Mendonça, como forma de contrabalançar a intensa pressão pública pelo afastamento de Moraes. Flávio classificou essa hipótese como inadmissível e questionou a coerência de eventuais medidas contra seu aliado.
A instabilidade institucional na mais alta Corte do país intensificou-se após a divulgação pública de diálogos envolvendo o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, gerando repercussão imediata entre os parlamentares.
Desdobramentos na Corte
Posteriormente, novos elementos foram remetidos à presidência do STF contendo apontamentos e suspeitas sobre a conduta de Mendonça, baseados em relatórios de inteligência da Polícia Federal que levantaram debates jurídicos sobre sua validade probatória.
O filho do ex-presidente também voltou a mirar o tradicional inquérito das fake news, argumentando que o relator da matéria utiliza o procedimento de forma direcionada contra figuras previamente estipuladas, incluindo o próprio Mendonça no escopo das investigações em curso.













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