A versão beta do Fedora Linux 45 já está disponível para testes, trazendo atualizações expressivas como o Linux kernel 7.2 e uma prévia do ambiente gráfico Gnome 51. A chegada da edição estável é aguardada para o final de outubro ou comecinho de novembro de 2026.
Novidades do kernel e do ambiente visual
Lançada em agosto, a versão 7.2 do núcleo do sistema traz melhorias significativas, incluindo suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) em placas de vídeo AMD para transferências de até 48 Gb/s via HDMI 2.1. O software também ganha o Agendamento com Consciência de Cache para otimizar o desempenho e compatibilidade estendida com processadores Intel.
No aspecto visual, a distribuição adota o Gnome 51, lançado recentemente em uma quarta-feira (16/09). Entre os atrativos da interface estão animações fluidas, suporte a rotação automática de tela e mapas offline.
Outros destaques e recursos modernos
Além das bases atualizadas, o sistema operacional incorpora o kmscon como console de texto, trazendo vantagens como fontes redimensionáveis e suporte avançado a Unicode. Graças à integração com o projeto Asahi Linux, há melhorias expressivas para computadores Mac com chip Apple M3, contemplando aceleração de hardware para decodificação de vídeos.
O ecossistema de segurança também evolui com a introdução do gerenciador de credenciais oo7, ideal para guardar senhas, chaves de acesso (passkeys) e tokens com proteção reforçada. Na parte interna, os dados de configuração de pacotes RPM migraram de /etc para /usr, separando arquivos do sistema e preferências do usuário de forma mais eficiente.
Ambientes de desenvolvimento e cronograma
Programadores e desenvolvedores encontram um pacote de ferramentas atualizado, composto por Python 3.15, Go 1.27, GCC 16.2 e glibc 2.44.
Quem deseja testar a novidade encontra edições beta para Workstation, KDE Plasma Desktop, Server, Cloud e IoT. Vale lembrar que a edição Workstation foca no Gnome, enquanto a variante com KDE Plasma serve de alternativa para quem prefere outra interface. Ferramentas como Fedora MediaWriter ou Rufus auxiliam na gravação do pendrive de boot para o modo live, embora seja prudente cautela com instabilidades típicas de versões em testes.




















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