O dólar comercial encerrou a sessão com valorização de 0,74%, cotado a R$ 5,023, voltando a fechar acima da barreira de R$ 5 após a volta do feriado. Apesar da alta diária, a moeda estadunidense acumula queda de 8,50% em 2026.
Ibovespa sofre com realização de lucros O Ibovespa fechou em queda de 1,04%, aos 206.887,52 pontos, após oscilar entre a mínima de 206.146,15 pontos e a máxima de 209.071,98 pontos. O volume financeiro negociado na sessão somou R$ 45,63 bilhões.
O pregão foi marcado por ajustes nas posições dos investidores após o índice atingir recordes históricos na semana anterior, quando superou a marca dos 209 mil pontos. Além da realização de lucros, o mercado acompanhou o cenário eleitoral e o desempenho das bolsas internacionais.
Movimentação cambial e interferência técnica A moeda avançou no mercado brasileiro, apesar do movimento contrário no exterior. O índice do dólar, que mede o desempenho da divisa estadunidense diante de uma cesta de seis moedas, recuava 0,34%, aos 102,190 pontos, às 17h05.
No Brasil, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais divulgadas ao longo do dia, em meio à disputa presidencial. O cenário contribuiu para os movimentos do mercado cambial. O Banco Central cancelou, no fim da manhã, o leilão regular de rolagem de swap cambial que ofertaria 50 mil contratos com vencimento em 3 de novembro, devido a um problema técnico.
Comportamento do petróleo no mercado internacional Os contratos futuros de petróleo fecharam em direções opostas, com investidores avaliando as perspectivas de aumento da oferta russa e as tensões geopolíticas no Oriente Médio. O petróleo do tipo Brent caiu 0,9%, a US$ 105,69 por barril, enquanto o WTI subiu 0,43%, para US$ 94,14 por barril.
A commodity oscilou após três sessões consecutivas de alta. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve em 600 mil barris por dia a previsão de aumento da oferta de países fora do cartel em 2026 e elevou a projeção de crescimento da demanda para 2027.

