Um voo internacional da companhia aérea KLM precisou retornar a Amsterdã após a explosão de um carregador portátil na classe executiva, incidente que revelou pertencer ao ex-CEO da empresa, Camiel Eurlings.
Incidente a 9 mil metros de altura
O voo KL735, operado por um Boeing 777-300 com destino a Curaçao, sobrevoava o Atlântico Norte a 9.144 metros quando a ocorrência foi registrada. O power bank estava conectado à tomada da poltrona e, após duas horas e meia de viagem, superaqueceu e detonou, despertando o executivo.
Ação rápida da tripulação
A equipe de bordo adotou os protocolos de segurança padrão para conter o fogo, utilizando água e submergindo o aparelho em um recipiente especial para conter a fuga térmica de baterias de íon-lítio.
Danos materiais e ferimentos leves
Embora o incêndio a bordo tenha sido controlado agilmente, o estouro deixou marcas severas na estrutura e na persiana da janela próxima ao assento. Um passageiro sofreu queimaduras leves, mas a identidade não foi confirmada devido a políticas de privacidade.
Regras de segurança violadas
Apesar da experiência do ex-executivo no setor, as normas da aviação foram desrespeitadas, já que as diretrizes proíbem o carregamento de baterias externas utilizando a rede elétrica da aeronave, exigindo que fiquem sempre visíveis e fora das tomadas.
O episódio repete um alerta recente na aviação comercial, somando-se a incidentes anteriores na mesma companhia e reforçando as novas restrições globais impostas pela Organização Internacional de Aviação Civil para o transporte desses acessórios.




















Leave a Reply