A Brava Energia anunciou nesta quinta-feira (17) a anulação definitiva do acordo de comercialização de 11 blocos de exploração de petróleo e gás em terra, situados na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte. Os ativos seriam repassados ao consórcio empresarial composto pela Azevedo e Travassos Petróleo e pela Petro-Victory Energy.
Motivos para o cancelamento do negócio
Segundo a petroleira, a rescisão aconteceu porque o prazo limite estipulado em contrato expirou sem que o grupo comprador conseguisse cumprir todas as exigências prévias necessárias para a conclusão da negociação. Diante disso, a empresa exerceu sua prerrogativa legal de rescindir o compromisso comercial conforme as regras estabelecidas entre as partes.
A interrupção das tratativas já havia sido antecipada no dia anterior por meio de nota oficial divulgada pela Azevedo & Travassos Energia. Na ocasião, a companhia compradora contestou publicamente a resolução adotada e informou que pretende acionar os meios legais cabíveis para reverter o cenário.
Impactos operacionais e estratégicos
Apesar do desfazimento do pacto, a gestão da Brava garantiu que o planejamento corporativo permanece inalterado. As metas de curto e médio prazo, bem como as diretrizes operacionais e a estratégia de investimentos e alocação de recursos, não sofrerão nenhum tipo de alteração.
Em nota oficial destinada aos acionistas e ao público em geral, a corporação reforçou que o processo de desinvestimento está definitivamente encerrado. A diretoria ressaltou ainda que continuará monitorando o cenário e permanece à disposição para eventuais repasses de informações exigidas pelos órgãos reguladores do setor.




















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