Gigantes do jornalismo norte-americano iniciaram uma batalha jurídica contra a administração do presidente Donald Trump nesta segunda-feira (21). A medida ocorre após a proibição de acesso de repórteres da CNN, do MS NOW e do Politico às dependências da Casa Branca, gerando forte reação na defesa da liberdade de imprensa.
Defesa da Primeira Emenda na Justiça
Em nota oficial conjunta, as empresas jornalísticas informaram sobre a abertura do processo para salvaguardar as garantias constitucionais da Primeira Emenda. O grupo enfatizou que cabe à sociedade, e não ao governo, julgar o teor das publicações, combatendo qualquer tentativa de censura estatal.
Alegações de revogação sem aviso
De acordo com o comunicado, as credenciais de imprensa dos profissionais foram canceladas de maneira abrupta e sem qualquer direito de defesa. Os veículos sustentam que a punição ocorreu exclusivamente devido ao descontentamento da gestão federal com o conteúdo das reportagens veiculadas.
O bloqueio de circulação foi oficializado por Donald Trump na última sexta-feira. O mandatário alegou que as redações propagavam notícias falsas a respeito de sua gestão, embora não tenha divulgado evidências para respaldar as acusações. Com a determinação, os profissionais da comunicação ficaram proibidos de entrar na sede presidencial durante todo o fim de semana.
Tensões recorrentes com veículos de comunicação
O episódio recente intensifica o histórico de atritos entre a atual gestão dos Estados Unidos e empresas de mídia. No ano anterior, a agência Associated Press (AP) já havia sofrido sanções semelhantes, sendo banida de coletivas no Salão Oval e de viagens oficiais no avião presidencial Air Force One na sequência de divergências editoriais.




















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