Eduardo Bolsonaro promete mudanças no Itamaraty em 2026 Ex-deputado afirma que fará uma varredura no Ministério das Relações Exteriores caso seu irmão vença a próxima eleição presidencial. O ex-parlamentar Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou recentemente que pretende realizar uma ampla reformulação no Ministério das Relações Exteriores caso seu irmão mais velho, Flávio Bolsonaro, vença a disputa pela Presidência da República. Em gravação veiculada em suas plataformas digitais, ele alegou ter catalogado diplomatas que assumiram ou deixaram funções no atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Monitoramento de servidores públicos
O político afirmou que monitorará de perto funcionários da pasta que, em sua visão, teriam trabalhado contra a gestão de Jair Bolsonaro. Utilizando o termo “faxina”, ele indicou que pretende cobrar a postura de integrantes do corpo diplomático durante o mandato anterior, embora tenha ressalvado que aqueles que não atuaram contra a administração passada poderão continuar em seus postos em um eventual governo do irmão. O registro audiovisual divulgado inicia com a reprodução de uma conversa atribuída a um diplomata não identificado, que discute o suporte da representação diplomática brasileira em Madri na escolha de instituições de ensino para os filhos de Fábio Luís Lula da Silva, residente na Espanha desde 2025.
Críticas e mudança para o exterior
Durante o pronunciamento, o ex-deputado também criticou o tratamento que recebeu ao se estabelecer em território norte-americano em março de 2025, período em que se licenciou da Câmara dos Baixos e posteriormente perdeu o mandato por excesso de ausências. Residente nos Estados Unidos, ele acumula episódios recentes com a Justiça brasileira. Em meados de 2026, foi sentenciado a quatro anos e dois meses de reclusão por coação processual em investigações ligadas ao pai, além de ter sido demitido do cargo efetivo de escrivão na Polícia Federal por abandono de função no segundo semestre do mesmo ano.
















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