O candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) revelou nesta terça-feira, 6, que sua campanha abriu negociações oficiais com o Repubblicanos para fortalecer sua base de sustentação no segundo turno da disputa eleitoral.
Articulação política liderada por Tarcísio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem atuado ativamente nas tratativas para consolidar essa unidade. Flávio expressou otimismo em relação à formação de uma ampla frente partidária para a fase decisiva do pleito.
Segundo o postulante do PL, os representantes da legenda dialogada retornarão às suas respectivas bancadas para deliberar sobre a tomada de posição conjunta. O candidato fez questão de agradecer públicamente o empenho do chefe do Executivo paulista na construção dessa aliança estratégica.
Apoios e propostas para a economia
Além do alinhamento com o grupo paulista, a candidatura já assegurou o endosso do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), somando forças com prefeitos e outras lideranças regionais de peso.
No campo econômico e trabalhista, o político voltou a defender mudanças na escala 6×1, sugerindo um formato flexível onde o próprio empregado negociaria sua carga horária. Como ilustração, mencionou mães que poderiam optar por expedientes mais curtos combinados com vales-creche privados caso o sistema público falhe.
Críticas ao governo federal
Durante a agenda, o candidato do PL desaprovou a postura de Lula ao resgatar o debate sobre jornadas de trabalho durante a corrida eleitoral, taxando a investida de oportunista.
As promessas de campanha também envolveram corte de burocracia empresarial, desoneração da folha de pagamento e redução de tributos, sob a justificativa de que a gestão atual afasta capitais externos devido à instabilidade jurídica. Por fim, o presidenciável atacou a política externa do atual governo, rotulando o petista como isolado internacionalmente.
















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