O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, reiterou nesta quinta-feira (8) que defende a extinção da reeleição para cargos executivos e garantiu que, se eleito, quer que a regra entre em vigor imediatamente em sua própria gestão. Atualmente disputando o segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com votação marcada para 25 de outubro, o postulante destacou que a duração exata do mandato presidencial — se mantida em quatro anos ou ampliada para cinco — será decidida pelo Congresso Nacional.
Articulação política e o futuro da PEC Na véspera, o político já havia sinalizado a intenção de mobilizar o “capital político” conquistado após uma vitória nas urnas para acelerar a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constitution (PEC). Como autor da matéria, ele reforçou que não pretende buscar um segundo mandato em 2030 e que a tramitação legislativa definirá se a medida abrangerá também governadores e prefeitos.
Propostas de reformas constitucionais O tema ganhou força nos debates recentes após o candidato apontar que pretende aproveitar a maioria da direita no Legislativo para implementar reformas estruturais. Além do término da reeleição, o plano de governo engloba modificações na estrutura do Judiciário e do Supremo Tribunal Federal (STF), redução da maioridade penal e ajustes na reforma tributária.
Contexto da campanha e bandeira antiga A pauta não é nova na campanha do liberal, que já rechaçava em agosto qualquer boato de acordo político sobre o assunto com o governador paulista Tarcísio de Freitas. Para o postulante ao Planalto, a iniciativa faz parte de um plano maior que ele classifica como um processo para “redemocratizar” o país e restaurar o respeito institucional.




















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