A OpenAI negou veementemente qualquer conexão entre uma postagem recente em sua conta internacional e o pleito eleitoral brasileiro. A manifestação ocorreu após a repercussão de um conteúdo publicado em inglês que abordava as noções de esquerda e direita, coincidindo com o período que antecede a votação.
Contexto da postagem internacional A empresa esclareceu que a publicação do sábado (10/10) ocorreu numa conta global do ChatGPT para “apresentar uma das nossas novidades mais recentes e mostrar como funcionam as respostas com mais recursos visuais na plataforma”.
Repercussão e declaração oficial Diante dos comentários de internautas relacionando a imagem ao cenário político nacional, a desenvolvedora de inteligência artificial reforçou que o material “não tem qualquer relação com as eleições ou campanhas políticas no Brasil”. No post, muitos brasileiros comentaram que o ChatGPT “fez o L”, em referência ao gesto usado pelos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tenta a reeleição na disputa com Flávio Bolsonaro.
Polêmica envolvendo a Meta AI Paralelamente, o ecossistema das grandes empresas de tecnologia enfrentou questionamentos sobre o uso de suas ferramentas de IA em períodos de campanha. Críticas recentes apontaram falhas na geração de imagens envolvendo candidatos à presidência.
Ajustes e regras eleitorais A Meta explicou que a restrição cumpre as regras eleitorais do Brasil e, após o caso viralizar, disse que tomou medidas adicionais para barrar comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos. O episódio segue sob análise para evitar novos desvios nas diretrizes estabelecidas para o pleito.

