A tradicional Avenida Paulista, localizada na capital paulista, foi palco de uma grande manifestação na tarde desta segunda-feira, 7 de setembro. O ato reuniu centenas de pessoas com o objetivo principal de protestar contra os abusos atribuídos à Suprema Corte e defender a liberdade no território nacional.
Protestos e símbolos na Avenida Paulista
Logo no início da tarde, o público presente no local exibiu bonecos infláveis gigantes. As estruturas retratavam o senador e pré-candidato à Presidência pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, além do governador do Estado de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas, filiado ao Republicanos.
As mobilizações ganharam força e volume ao longo das horas, com o público entoando gritos como “Eu vim de graça” por volta das 14h40, demonstrando a adesão popular ao movimento.
Discursos de lideranças políticas e religiosas
As movimentações seguiram intensas com a chegada de autoridades e figuras públicas aos trios elétricos. Às 14h57, o senador Flávio Bolsonaro subiu na estrutura e recebeu forte ovação dos apoiadores presentes.
Pouco depois, às 15h02, a líder da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, Bispa Sônia, discursou afirmando que o Brasil pertence a Jesus Cristo e conduziu os manifestantes em uma oração coletiva do Pai Nosso.
Críticas ao STF e ao governo federal
A programação de falas continuou às 15h06 com a participação da deputada federal Bia Kicis (PL-DF). A parlamentar declarou que o ex-presidente Jair Bolsonaro atua como um prisioneiro político e defendeu a necessidade de um Senado forte capaz de conter ministros que, segundo ela, violam a Constituição. Ela também pediu aplausos para o ministro André Mendonça, do STF, e criticou as perseguições institucionais.
Posicionamento da Prefeitura de São Paulo
Encerrando o ciclo principal de pronunciamentos às 15h11, o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), cumprimentou os presentes na Avenida Paulista. Em sua fala, Nunes avaliou que Flávio Bolsonaro possui total preparo para liderar a nação e classificou a gestão petista atual como irresponsável, apontando que o governo prejudica a parcela mais pobre da sociedade.
O chefe do Executivo municipal ainda pontuou que mais de 80% dos brasileiros enfrentam o endividamento devido à administração federal vigente, reforçando o lema de que o verdadeiro “Supremo é o povo brasileiro”.













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