A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, apontou a relevância do estado nordestino como um polo de destaque na produção científica nacional e na criação de soluções tecnológicas avançadas. Durante pronunciamento recente, a chefe da pasta enfatizou que o território baiano conta com uma rede integrada composta por universidades, centros de investigação e companhias privadas.
O modelo da tríplice hélice
O fortalecimento do setor inovador no estado ocorre por meio da sinergia entre o poder público, o meio acadêmico e as indústrias, dinâmica conhecida como tríplice hélice. Como vitrine desse modelo de cooperação, a gestora citou o SENAI CIMATEC, além de mencionar avanços em campos fundamentais como tecnologia espacial, física quântica e bioeconomia.
Aporte financeiro recorde
Os projetos desenvolvidos em solo baiano estão alinhados às diretrizes da política nacional de reindustrialização. Com foco em áreas vitais para a economia, o ministério injetou R$ 1,93 bilhão no estado, montante que supera em cinco vezes os valores repassados em gestões passadas.
De acordo com a administração federal, os recursos aplicados não seguem critérios genéricos, mas visam fortalecer os segmentos mais dinâmicos necessários para o avanço produtivo do Brasil. O reconhecimento do ecossistema local reforça o protagonismo das instituições públicas de ensino superior como a base primordial para a geração de conhecimento e inovação.




















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