As eleições realizadas neste domingo (4) promoveram uma ampla renovação no Congresso Nacional, alterando profundamente o mapa político brasileiro. Do total de 81 cadeiras do Senado Federal, 54 vagas estavam em disputa neste pleito. O grande destaque do processo eleitoral foi o desempenho expressivo do Partido Liberal, que consolidou sua hegemonia para a próxima legislatura.
A nova configuração partidária na Câmara Alta
Com a vitória de 19 novos nomes, o PL alcançará a marca de 28 parlamentares, assegurando a maior bancada da Casa a partir de 2027. Outras siglas também registraram avanços importantes na disputa pelas vagas senatoriais. O MDB garantiu sete novos mandatos e somará oito representantes, enquanto o PT conquistou seis cadeiras adicionais, totalizando nove senadores na próxima legislatura.
Destaques regionais na corrida eleitoral
Na disputa pelo estado da Bahia, por exemplo, o cenário foi inteiramente favorável aos candidatos petistas. As duas vagas em jogo foram conquistadas por Rui Costa (PT), que obteve 30,07% dos votos válidos, e por Jaques Wagner (PT), escolhido por 27,65% do eleitorado baiano.
Relação completa dos parlamentares escolhidos por estado
O pleito definiu a bancada de diversos estados brasileiros. No Acre, os vitoriosos foram Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos). Em Alagoas, a escolha recaiu sobre Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB). Já no Amapá, Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD) garantiram os postos.
No Amazonas, os eleitos foram Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB). O Ceará terá Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede). Representando o Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) vão para o parlamento. O Espírito Santo elegeu Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos), ao passo que Goiás escolheu Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União).
Para o Maranhão, a escolha foi por Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo). Mato Grosso mandará Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL). No Mato Grosso do Sul, o sucesso foi todo do PL com Capitão Contar e Reinaldo Azambuja. Minas Gerais definiu Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT). O Pará elegeu Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União), enquanto a Paraíba terá João Azevedo (PSB) e Veneziano (MDB).
O Paraná enviará Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL). Pernambuco elegeu Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT). No Piauí, os vencedores foram Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD). O Rio de Janeiro garantiu Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL). O Rio Grande do Norte votou em Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT). No Rio Grande do Sul, os nomes são Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo).
Rondônia será representada por Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL). Roraima elegeu Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB). Santa Catarina apostou em Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL). São Paulo terá Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Sergipe escolheu Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB). Por fim, o Tocantins definiu Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB).
Com essa nova configuração nas urnas, o cenário político brasileiro passará por profundas transformações no equilíbrio de forças institucionais a partir do início do próximo mandato legislativo.




















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