A Polícia Federal optou por encerrar a solicitação apresentada pela Advocacia-Geral da União para examinar alegações de interferência internacional no pleito eleitoral deste ano.
Análise da Diretoria de Inteligência
A determinação partiu da Diretoria de Inteligência Policial, setor responsável por esse tipo de apuração, que concluiu não haver indícios sólidos o bastante para a instauração de um inquérito oficial.
Posicionamento da cúpula policial
Antes da decisão, o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, havia declarado que o caso passava por triagem interna, ressaltando que o trâmite habitual exige uma verificação preliminar antes da abertura formal de uma investigação. O pronunciamento ocorreu em Brasília, durante o acompanhamento das forças de segurança no primeiro turno.
Na mesma data, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral informou que a corte não havia recebido nenhum dado oficial sobre possíveis ações estrangeiras na disputa.
Origem do pedido
A movimentação da AGU teve início após a publicação de uma reportagem jornalística apontando um suposto repasse de 1 milhão de dólares dos Estados Unidos para financiar entidades no Brasil com atuação contrária ao Supremo Tribunal Federal. Com o arquivamento pela Polícia Federal, o caso é encerrado na esfera de investigação preliminar da corporação por falta de materialidade.




















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