A gigante tecnológica Meta acumulou pelo menos R$ 1,1 milhão com a veiculação de propaganda eleitoral irregular em suas plataformas digitais, conforme aponta um levantamento recente sobre o tema.
O impacto nas redes sociais
O estudo detalha como conteúdos de cunho político que burlavam as regras vigentes conseguiram furar o bloqueio das plataformas, resultando em receitas expressivas para a empresa dona do Facebook e do Instagram.
Falhas na moderação
Especialistas apontam que a circulação desse material expõe vulnerabilidades nos sistemas de controle da companhia, que falharam em barrar campanhas financiadas à margem da legislação brasileira.
A movimentação financeira em torno desses impulsionamentos clandestinos reforça o desafio enfrentado pelas autoridades na fiscalização do ambiente digital durante os períodos de disputa nas urnas.
Diante dos números apresentados pelo estudo, cresce a pressão por maior transparência e eficácia por parte das empresas de tecnologia na checagem e interrupção de impulsionamentos que desrespeitam as normas eleitorais.
















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