Uma coalizão internacional de 32 nações já disponibilizou aproximadamente 325 milhões de barris de petróleo e derivados de seus estoques estratégicos para estabilizar o mercado global.
O avanço da medida emergencial
O montante atual equivale a mais de 80% da meta inicial de 400 milhões de barris estabelecida em março. O objetivo central da iniciativa é mitigar o impacto geopolítico da guerra no Oriente Médio sobre o abastecimento de combustíveis em todo o planeta.
Os dados oficiais foram divulgados pela Agência Internacional de Energia. Fatih Birol, diretor-executivo da entidade, detalhou a operação durante uma conferência virtual do G7 organizada por Emmanuel Macron.
Nova ação coordenada do G7
Frente às contínuas pressões sobre o setor energético, o bloco decidiu injetar mais 100 milhões de barris no mercado. O cronograma prevê entregas imediatas ao longo de quatro meses, com foco especial no fornecimento de diesel logo nas primeiras três semanas.
A estratégia abrange ainda a proibição de barreiras às exportações de energia entre os membros e o alinhamento de calendários de manutenção de refinarias para evitar gargalos logísticos.
Desafios na oferta de combustíveis
Embora o fluxo de petróleo bruto do Oriente Médio tenha apresentado melhora, o mercado de derivados continua sob forte tensão. A situação é agravada por ataques direcionados a instalações de refino na Rússia, o que restringe ainda mais a disponibilidade de diesel.
Como desdobramento, o G7 solicitou um monitoramento rigoroso da IEA, com entrega de relatórios periódicos, mantendo a possibilidade de novas injeções de reservas conforme a volatilidade do mercado.
















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