O Tesouro Nacional vai arrecadar R$ 3,536 bilhões com o encerramento das sessões públicas de ofertas permanentes de concessão e partilha de petróleo, ocorridas nesta quarta-feira (7). Conforme estabelecido no edital, as companhias vencedoras de ambas as rodadas devem quitar os montantes até o dia 30 de dezembro.
Arrecadação recorde em concessões
A modalidade de concessão foi a principal responsável pelo faturamento, injetando R$ 3,005 bilhões na economia. O montante expressivo veio majoritariamente de lances apresentados pela Petrobras em setores localizados na Bacia de Campos.
Disputa no pré-sal da partilha
No período da manhã, a oferta sob o regime de partilha garantiu R$ 530,466 milhões ao governo. O montante foi obtido após o arremate bem-sucedido de sete áreas estratégicas situadas no pré-sal, abrangendo as bacias de Campos e Santos.
Balanço total dos blocos negociados
Os dois leilões resultaram na negociação de 55 blocos no total, divididos entre 48 na categoria de concessão e sete no sistema de partilha.
No primeiro certame, saíram vitoriosas as empresas Águila Energia, Alvopetro, Eneva, Petrom, Tucano Serviços, Origem e a Petrobras, que garantiu lotes tanto individualmente quanto em parceria com a QatarEnergy.
Já na rodada de partilha, os ativos das bacias de Campos e Santos ficaram com a Prio, Equinor, Petrobras, além de dois consórcios formados por Equinor e Galp, e CNOOC com Sinopec.
O sucesso dessas licitações reforça a atratividade das bacias sedimentares brasileiras para grandes petroleiras internacionais e nacionais, impulsionando os investimentos futuros no setor energético do país.




















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