A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) vai passar por uma renovação de 38,09% em sua composição a partir de 1º de fevereiro de 2027, data que marca o início da 21ª Legislatura. Dos 63 parlamentares escolhidos nas urnas, 39 conseguiram manter suas cadeiras por mais quatro anos, enquanto 24 novos nomes assumem os postos.
Comparativo histórico e bancada feminina
Esse índice de alteração é ligeiramente menor que o visto nos dois pleitos anteriores. Em 2022, a Casa registrou a chegada de 25 novatos, o equivalente a 39,68%, ao passo que em 2027 a taxa foi de 53,97% com 34 estreantes.
Outro destaque da nova legislatura é o avanço na representatividade feminina. O número de deputadas na Alba saltará de oito para dez. As parlamentares reeleitas Ivana Bastos, Fátima Nunes, Claudia Oliveira, Ludmilla Fiscina e Neusa Cadore agora contarão com a companhia das estreantes Andrea Castro, Denise Mascarenhas, Cynthia Marabá, Rowenna e Vilma Reis.
Novos nomes e parlamentares reeleitos na Alba
O grupo de 24 novos ocupantes é formado tanto por políticos que estreiam no Legislativo estadual quanto por nomes que retornam após um período fora da Casa. A lista de novos deputados inclui Dr. Thiago Gilleno, Elinaldo, Luciano Pinheiro, Tancredo Isidório, Léo de Neco, Igor, Júlio Pinheiro, Jânio Natal Júnior, Juvenilson Passos, Carlinhos Sobral, Dr. Pitágoras, Kleber Rosa, Silva Neto, Tagner, João de Furão, Soldado Prisco, Josafá Marinho, Cacau da Mata, Andrea Castro, Denise Mascarenhas, Cynthia Marabá, Rowenna, Vilma Reis e Cacau da Mata.
Em contrapartida, 39 deputados garantiram a continuidade de seus trabalhos. Entre os reeleitos, Ivana Bastos (PSD) fez história ao alcançar 203.202 votos, a maior votação já registrada para o cargo na Bahia, consolidando sua posição como a primeira mulher a presidir a Alba. A relação de permanência ainda traz Fátima Nunes, Claudia Oliveira, Ludmilla Fiscina, Neusa Cadore, Diego Castro, Rosemberg, Alex da Piatã, Pedro Tavares, Rogério Andrade, Niltinho, Sandro Régis, Osni, Angelo Almeida, Samuel Júnior, Marcinho Oliveira, Hassan, Zé Raimundo Fontes, Ricardo Rodrigues, Junior Muniz, Eduardo Alencar, Junior Nascimento, Bobô, Angelo Coronel Filho, Vitor Azevedo, Tiago Correia, Paulo Câmara, Fabrício Falcão, Penalva, Roberto Carlos, Robinson Almeida, Jurailton Santos, Luciano Simões Filho, Zó, Marquinho Viana, Euclides Fernandes, José de Arimateia e Jordávio Ramos.
Quem deixa a Assembleia Legislativa
A mudança nas cadeiras engloba tanto parlamentares que tentaram a reeleição e falharam quanto aqueles que optaram por não concorrer ou mudaram de objetivo político. Entre os que disputaram mas não obtiveram êxito estão Antônio Henrique Júnior, Cafu Barreto, Eures Ribeiro, Felipe Duarte, Hilton Coelho, Kátia Oliveira, Laerte do Vando, Luciano Araújo, Marcelinho Veiga, Matheus de Geraldo Júnior, Pancadinha, Patrick Lopes, Paulo Rangel e Binho Galinha.
Além disso, a movimentação ocorreu porque alguns deputados preferiram não tentar a recondução, como Adolfo Menezes, Nelson Leal, Maria del Carmen, Soane Galvão, Raimundinho da JR e Luciano Ribeiro. Outros buscaram novos rumos na política ao concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, a exemplo de Olivia Santana, Vitor Bonfim, Manuel Rocha, Robinho e Leandro de Jesus.
Como ficam as bancadas partidárias
A reconfiguração das urnas também provocou alterações significativas no tamanho dos blocos partidários. A federação formada por PT, PCdoB e PV ampliou sua força de 18 para 20 assentos, com destaque para o crescimento expressivo do PT, que saltou de 10 para 14 parlamentares (enquanto PCdoB e PV recuaram para três cada).
Por outro lado, a Federação União Progressista (União Brasil e PP) encolheu de 13 para oito cadeiras, divididas entre a queda do União Brasil (de nove para cinco) e do PP (de quatro para três). O PL expandiu sua bancada de cinco para sete, o Republicanos foi de três para quatro, e o PDT subiu de dois para cinco representantes. O Avante recuou para cinco, ao passo que PSD, MDB, PSDB e PSOL mantiveram suas estruturas inalteradas, com o PSB figurando como o único partido a perder representação por completo.




















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