Uma força-tarefa de segurança deflagrou nesta quarta-feira (16) a Operação Eirene II, resultando na prisão de 32 suspeitos de integrar uma perigosa organização criminosa envolvida em homicídios, tráfico de drogas, extorsão e lavagem de dinheiro.
Bloqueio milionário e alcance nacional
Além das dezenas de prisões efetuadas em todo o país, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 12 milhões em ativos e bens pertencentes aos investigados. A ofensiva teve grande abrangência geográfica, cumprindo mandados não apenas na Bahia, mas também em outros três estados: quatro prisões em São Paulo, cinco em Minas Gerais e uma em Goiás.
Detalhamento das prisões no Nordeste
Apenas no estado baiano, a ação policial contabilizou 21 capturas. Os mandados foram cumpridos de forma simultânea em oito municípios do interior e da capital: Jequié registrou o maior número com nove detidos, seguido por Vitória da Conquista com seis, e Serrinha com dois.
Outras quatro cidades baianas registraram uma prisão cada: Ilhéus, Mutuípe, Laje, Brumado e Salvador. Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública optou por não divulgar a identidade dos suspeitos para preservar o andamento das investigações.
Força-tarefa integrada
O sucesso da operação em múltiplos estados é fruto do trabalho da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia. A ofensiva contou com uma ampla mobilização estratégica, unindo o efetivo e a inteligência das Polícias Militar, Civil e Federal no combate ao crime organizado.




















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