Fake news de marqueteira de Lula some das redes sociais

Fake news de nova marqueteira de Lula desaparece das redes

Uma postagem feita pela nova estrategista digital da campanha de reeleição de Lula da Silva foi deletada das plataformas digitais na noite da última quinta-feira, 8, após forte repercussão negativa.

A acusação falsa contra apoiadores de direita

O conteúdo havia sido veiculado pela deputada federal eleita Ana Elisa Santos Silva (PT-MG), recentemente nomeada para a equipe de marketing político. Na publicação, feita durante a madrugada, a petista culpava simpatizantes de Flávio Bolsonaro por um incêndio registrado na Universidade Federal de Pernambuco, afirmando que adversários teriam incendiado a instituição.

Além de tentar ligar a direita ao fogo na universidade, a mensagem direcionava cobranças e exigia votos de eleitores de candidatos derrotados no primeiro turno, como Renan Santos, Augusto Cury e Ronaldo Caiado, fazendo ameaças políticas caso houvesse alinhamento com o bolsonarismo.

Exclusão de conteúdos e investigações

Embora a postagem original tenha sumido da rede social X — exibindo o aviso de que o perfil não existe —, internautas realizaram capturas de tela antes da remoção. Estudantes da própria instituição apontaram que o fogo pode ter sido causado por uma falha elétrica em um aparelho de ar-condicionado antigo.

Investigações sobre o incidente continuam em andamento, enquanto parlamentares da oposição refutam veementemente qualquer motivação criminosa ou ligação com grupos de direita.

Outras publicações da marqueteira também foram apagadas da mesma conta. Entre os registros deletados estavam críticas contundentes direcionadas às igrejas Católica e Evangélica, além de defesas explícentas ao bloqueio de plataformas digitais.

Ações judiciais contra desinformação

O episódio intensifica as acusações de que o Partido dos Trabalhadores recorre à disseminação de notícias falsas para atingir adversários políticos. A legenda já enfrenta críticas por espalhar boatos envolvendo pautas religiosas e programas sociais federais, como o Bolsa Família e a Farmácia Popular.

Diante do cenário de desinformação, parlamentares aliados ao grupo opositor anunciaram que estão monitorando e mapeando o conteúdo falso propagado na internet. A intenção é acionar o Tribunal Superior Eleitoral com medidas judiciais rigorosas para responsabilizar os criadores e distribuidores dessas narrativas inverídicas.