As disputas para o governo estadual em pelo menos 11 unidades federativas do país correm o risco de serem encerradas logo no primeiro turno da votação, apontam dados consolizados de institutos de pesquisa como Datafolha e Quaest.
Estados com disputa acirrada
Enquanto algumas praças mostram ampla vantagem de nomes específicos, outros territórios vivem cenários de empate técnico entre os principais concorrentes ao Palácio do Governo.
Na Bahia, o cenário mostra ACM Neto na liderança com 42% das intenções de voto, seguido de perto por Jerônimo Rodrigues, que soma 40%. Disputa semelhante ocorre no Ceará, onde Ciro Gomes registra 44% contra 43% de Elmano de Freitas. Já em Pernambuco, Raquel Lyra e João Campos dividem a preferência com 42% cada um, demonstrando alta volatilidade.
Candidatos com ampla vantagem
Por outro lado, alguns postulantes registram patamares que ultrapassam a margem de erro com folga, aproximando-se da marca necessária para a vitória antecipada.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas alcança 50% das intenções totais, saltando para 56% quando considerados apenas os votos válidos. Outros nomes em destaque são Rafael Fonteles, com 55% no Piauí, Jorginho Mello, somando 54% em Santa Catarina, e Eduardo Riedel, que pontua 51% no Mato Grosso do Sul.
Panorama nacional das eleições estaduais
Para liquidar a fatura na primeira etapa do pleito, a legislação eleitoral determina que o candidato alcance mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos.
Em contrapartida, cenários como os do Amazonas, Espírito Santo e Mato Grosso caminhavam, na reta final anterior ao pleito, com forte tendência de prorrogação para a segunda fase. No total, 13 estados mantinham quadros totalmente abertos. O histórico recente demonstra que, na eleição anterior, 15 dos 27 chefes de Executivo estadual foram eleitos logo no primeiro turno.
















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