A corrida eleitoral pela presidência teve novos capítulos neste sábado com a presença de três postulantes ao Palácio do Planalto em Santa Catarina, estado historicamente alinhado ao bolsonarismo.
Ataques e críticas em solo catarinense
Durante comício na região matutina, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) direcionou críticas a um senador aliado de Jair Bolsonaro, acusando-o de articular para retirar o ex-presidente da prisão domiciliar, pena imposta pelo STF por condenação em crimes de tentativa de golpe.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou sua passagem por Joinville para rebater o atual governo. Ao lado dos irmãos Carlos e Jair Renan, candidatos a cargos legislativos, o senador afirmou que o presidente tenta comprar votos por meio da recente ampliação do programa Bolsa Família. A agenda do candidato do PL seguiu para Chapecó no período da tarde.
Estratégia regional e cenários de pesquisa
O território catarinense é considerado estratégico pelas campanhas. Dados da pesquisa Quaest do dia 24 indicam que 45% do eleitorado catarinense pretendem votar em Flávio no primeiro turno, enquanto Lula registra 20% das intenções de voto na mesma praça.
A atuação do candidato do PL no Sul e Sudeste faz parte de um plano para consolidar votos em grandes colégios eleitorais. Levantamento recente do Datafolha aponta vantagem numérica do filho de Jair Bolsonaro nessas regiões, ao passo que o petista mantém liderança no Nordeste.
Outros nomes na disputa
Enquanto os principais favoritos polarizam a disputa, Renan Santos (Missão) prosseguiu com sua caravana de ônibus pelo país, cumprindo compromissos em Criciúma e na capital Florianópolis. Durante os eventos, o candidato focou suas críticas na polarização política protagonizada por petistas e bolsonaristas.
Restando apenas duas semanas para a ida às urnas, as cúpulas das principais campanhas intensificam a narrativa do voto útil para tentar consolidar vantagem e definir a eleição ainda na primeira etapa do pleito.




















Leave a Reply