A Amazon barrou o acesso do Muse, o novo agente de inteligência artificial da Meta, à sua plataforma de comércio eletrônico. A restrição ocorreu após a varejista identificar que o robô realizava compras e coletava informações de contas sem uma identificação formal, o que descumpre as regras de uso do site.
O conflito entre a varejista e a criadora do Facebook
Lançado recentemente, o assistente autônomo foi programado para executar rotinas como preenchimento de formulários e conclusão de pedidos. Antes da proibição, houve tentativas de negociação amigável para que a dona do WhatsApp retirasse voluntariamente a plataforma do alcance do bot, mas as conversas não avançaram. Como resultado, quem tentou usar a tecnologia encontrou falhas e avisos sobre quebra de contrato.
Argumentos de segurança e privacidade
A gigante do varejo sustenta que a ferramenta atua de forma invisível ao acessar históricos e movimentar transações sem autorização expressa. Para a empresa, sistemas de terceiros precisam ser transparentes para preservar um ambiente seguro.
Por outro lado, a desenvolvedora da tecnologia garante que o sistema opera em uma máquina virtual isolada, sem acesso a senhas ou dados de pagamento.
Histórico de restrições a sistemas autônomos
A companhia de e-commerce já havia imposto barreiras semelhantes contra tecnologias do Google e da OpenAI, além de enfrentar disputas legais com a startup Perplexity.
Apesar de desenvolver suas próprias soluções automatizadas, como a Alexa voltada para o consumo, a varejista defende que seus robôs se identificam adequadamente ao navegar por páginas externas, permitindo que os administradores escolham se desejam ou não receber esse tipo de tráfego automatizado.




















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