A equipe jurídica que representa Daniel Vorcaro confirmou que planeja acionar o plenário do Supremo Tribunal Federal caso o presidente da Corte, Edson Fachin, decida manter a prisão preventiva do ex-banqueiro.
Mudança na relatoria e novos desdobramentos
O pedido para a revogação da custódia chegou às mãos da presidência do tribunal após uma decisão tomada no último dia 12. Na ocasião, Fachin retirou de André Mendonça a relatoria de um dos procedimentos associados ao caso Master e encaminhou os demais processos da investigação para a chefia da Corte.
Anteriormente, os recursos e habeas corpus sobre o tema tramitavam na 2ª Turma. Colegiado este que já havia referendado a prisão do investigado em março e mantido outras detenções no mês de junho.
Impedimentos e postura dos ministros
Durante uma sessão extraordinária recente, o cenário na 2ª Turma sofreu alterações com declarações de impedimento e suspeição. O ministro Nunes Marques optou por não participar da votação, citando seu papel no Tribunal Superior Eleitoral, enquanto Dias Toffoli alegou motivos de foro íntimo.
A defesa destacou que aguarda coerência nas decisões futuras dos magistrados, mas enfatizou que o foco principal no momento é exclusivamente a reversão da medida cautelar.
Prioridade na liberdade do ex-banqueiro
A estratégia jurídica atual coloca a anulação da prisão à frente de tratativas sobre acordo de delação premiada, cujas propostas anteriores foram recusadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
Para os representantes legais, o restabelecimento da liberdade é urgente para que o cliente possa refutar as acusações formalizadas contra ele de maneira adequada.
















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