A equipe jurídica da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou uma representação no Tribunal Superior Eleitoral contra a Meta, dona do Facebook e do Instagram, devido a recorrentes falhas no impulsionamento de publicações pagas nas redes sociais.
Acusações de favorecimento político Segundo a coordenação petista, a big tech adota práticas que resultam em prejuízos estratégicos para a corrida eleitoral, além de não apresentar justificativas formais para os problemas técnicos alegados. O partido também planeja levar o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados.
Histórico de bloqueios e restrições Durante uma coletiva de imprensa realizada no quartel-general da campanha em Brasília, o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, detalhou que ao menos três episódios graves ocorreram recentemente, incluindo a retirada temporária da conta de anúncios do petista sem explicações claras ainda durante o primeiro turno.
Diferenças de engajamento nas plataformas O documento elaborado pelo setor de inteligência da legenda aponta um suposto desequilíbrio de visibilidade nas redes, indicando que perfis oposicionistas registraram índices de interação proporcionalmente superiores, mesmo contando com bases de seguidores menores.
Justificativas técnicas contestadas Apesar de a empresa ter admitido a ocorrência de instabilidades sistêmicas, os representantes da coligação argumentam que faltam transparência e evidências concretas de que os mesmos erros tenham afetado outros candidatos no cenário nacional.
Impacto na estratégia eleitoral O senador Camilo Santana, coordenador da iniciativa, destacou que a interrupção mais recente durou da última sexta-feira até a manhã deste sábado, restringindo severamente a capacidade de comunicação da chapa e gerando desigualdade na disputa.




















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