A primeira-dama Janja da Silva utilizou suas redes sociais para propagar uma informação falsa a respeito do senador Flávio Bolsonaro (PL), associando seu nome ao fim do programa Farmácia Popular.
Acusação sobre medicamentos gratuitos
Durante uma gravação em apoio à candidatura governista no segundo turno, a esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o parlamentar encerraria a iniciativa de distribuição de remédios. Além disso, no mesmo registro, ela afirmou que o país seria dominado pelo crime organizado caso o opositor vença o pleito.
Resposta oficial do Partido Liberal
Diante da repercussão, o PL repudiou veementemente a declaração e classificou o conteúdo como mentiroso. Por meio de uma postagem na plataforma X, a legenda garantiu que a gratuidade dos medicamentos será mantida sob uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro, alertando os eleitores contra tentativas de manipulação política.
Histórico recente de desinformação
O episódio ocorre em um cenário de acirramento digital marcado por outras polêmicas. Dias antes, perfis ligados à base governista — incluindo a própria primeira-dama e a ex-candidata Simone Tebet (PSB) — impulsionaram boatos de que o senador pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Intervenção da Justiça
A propagação da mentira religiosa motivou uma atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a exclusão imediata das publicações falsas das redes sociais após análise do caso.
O embate eleitoral evidencia o uso estratégico de informações inverídicas na reta final da disputa, gerando embates jurídicos e institucionais frequentes entre os principais grupos políticos do país.
















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