O Senado Federal passará a contar com 18 mulheres a partir de 1º de fevereiro de 2027, o que eleva a bancada feminina dos atuais 15 para 22,2% do total de 81 cadeiras da Casa Alta.
Renovação e derrota de parlamentares atuais
Nenhuma das senadoras que tentaram a reeleição obteve sucesso nas urnas deste ano, resultando na saída de nomes conhecidos como Eliziane Gama (PT-MA), Leila do Vôlei (PDT-DF), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Zenaide Maia (PSD-RN).
Destaque para o Distrito Federal e o campo conservador
O pleito foi marcado por um avanço significativo da ala conservadora, que assegurou a maioria das vagas femininas na disputa nacional, incluindo figuras como Carol De Toni (PL-SC), Mara Rocha (Republicanos-AC), Rayssa Furlan (Podemos-AP) e Teresa Surita (MDB-RR).
Um dos principais marcos foi registrado no Distrito Federal, que elegeu uma bancada 100% feminina composta por Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL), que se unem a Damares Alves (Republicanos) no Parlamento.
Ex-primeiras-damas e nomes da base governista
A eleição também foi marcada pela entrada de quatro ex-primeiras-damas no Senado: além de Michelle Bolsonaro, conquistaram assentos Gracinha Caiado (União-GO), Marina JHC (PSDB-AL) e Rayssa Furlan (Podemos-AP).
Por sua vez, o bloco governista garantiu quatro cadeiras para parlamentares alinhadas ao Palácio do Planalto, representadas por Marília Arraes (PDT-PE), Marília Campos (PT-MG), Luizianne Lins (Rede-CE) e Samanda de Lula (PT-RN).
A nova legislatura contará com 12 parlamentares recém-eleitas somadas a seis congressistas cujos mandatos seguem vigentes até 2031, embora 16 Estados brasileiros tenham optado exclusivamente por candidatos homens para preencher suas vagas na Casa.
















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