A bancada federal baiana passará por uma reformulação significativa para a próxima legislatura, registrando uma renovação de quase 30% nas 39 cadeiras destinadas ao estado na Câmara dos Deputados.
Novos rostos e parlamentares que deixam o parlamento
No total, 11 cadeiras serão ocupadas por estreantes que não integravam o grupo eleito no pleito anterior. A lista de novos representantes inclui Daniel Alencar (PSD), Lucas Reis (PT), Sandro Filho (PP), Doutora Raissa Soares (PL), Diego Coronel (Republicanos), Carlos Muniz (PSDB), Olívia Santana (PCdoB), Ditinho Avivip (União Brasil), Maria Marighella (PT), Manuel Rocha (União Brasil), Charles Fernandes (PSD) e Elmo Vaz (Avante).
Em contrapartida, 11 deputados que conquistaram vagas em 2022 não conseguiram garantir a recondução aos seus cargos, marcando a saída de figuras conhecidas do cenário político estadual.
Oscilação na votação dos deputados reeleitos
Entre os 28 parlamentares que mantiveram seus mandatos, o desempenho nas urnas dividiu-se exatamente ao meio: 14 ampliaram sua base de apoio, enquanto outros 14 registraram queda no total de votos.
O maior salto foi protagonizado por Pastor Sargento Isidório, que saltou de 77.164 para 248.147 sufrágios. Outros destaques positivos nos votes foram Valmir Assunção, Ivoneide Caetano, Raimundo Costa e Antonio Brito. Por outro lado, nomes como Mario Negromonte Jr, Claudio Cajado, Elmar Nascimento, Léo Prates e Paulo Azi encabeçaram a lista daqueles que perderam volume eleitoral.
Reconfiguração partidária e trocas de legenda
A distribuição das forças partidárias também sofreu alterações. O PT manteve sete assentos, seguido por PSD e União Brasil com seis representantes cada. O PL cresceu para quatro vagas, mesma quantidade de Avante e PCdoB, que também ampliaram suas bancadas. Já legendas como PP e PDT encolheram, enquanto PV e Podemos ficaram sem representação baiana na Casa.
Além disso, movimentações de troca de partido marcaram a trajetória de alguns reeleitos que chegam ao novo mandato por siglas diferentes daquelas que os elegeram em 2022, redesenhando o mapa de alianças políticas da Bahia no Congresso Nacional.




















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