O engajamento da sociedade em relação às atividades das assembleias legislativas tem sido historicamente baixo. Essa apatia generalizada levanta um questionamento fundamental: quem realmente se beneficia da falta de participação popular na política?
A distância entre cidadãos e parlamentares
O autor e debatedor Tony Marlon tem trazido à tona reflexões profundas sobre como a distância entre o eleitor e os espaços de decisão enfraquece a democracia brasileira. Enquanto as leis são votadas e o orçamento é definido, a maior parte da população permanece alheia aos debates cotidianos do legislativo.
Quem lucra com a apatia social?
Quando a sociedade deixa de fiscalizar o trabalho dos parlamentares, abre-se espaço para que interesses particulares predominem sobre o bem comum. A ausência de pressão popular nas casas legislativas facilita a aprovação de medidas que, muitas vezes, passam longe das reais necessidades da população.
O debate proposto convida a uma mudança de postura em relação ao controle social e à participação cidadã diária, indo muito além do voto depositado nas urnas a cada dois anos.
Reverter esse cenário de indiferença exige maior acesso à informação e um esforço contínuo de educação política, transformando a relação entre o cidadão comum e as instituições de poder no Brasil.
















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