Um levantamento divulgado neste sábado, 3, pela Quaest revela que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) registra 44% das intenções de voto em uma possível disputa de segundo turno pela Presidência da República, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 42%.
Cenário de empate técnico Com esses percentuais, Flávio retoma a liderança numérica sobre o petista, configurando um cenário de empate técnico na reta final que antecede o primeiro turno do pleito.
Na rodada anterior do levantamento, ambos os postulantes dividiam a preferência do eleitorado com 42% cada um. Enquanto o representante do PL apresentou uma oscilação positiva de dois pontos, o atual mandatário manteve a exata mesma pontuação da pesquisa passada.
Detalhamento das intenções de voto A distribuição completa dos números revelada pelo instituto mostra mudanças significativas no comportamento do eleitorado em relação aos votos válidos e espécimes de rejeição.
Flávio Bolsonaro (PL) subiu para 44%, comparado aos 42% anteriores; Lula (PT) permaneceu estável com 42%; Eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou que não comparecerão somam 13%, mesmo índice da medição prévia; O grupo de indecisos caiu de 3% para apenas 1%.
Metodologia e segurança dos dados O estudo estatístico foi contratado em conjunto pela emissora Globo e pelo jornal O Globo, ouvindo presencialmente 3.702 eleitores com idade igual ou superior a 16 anos, em campo realizado entre os dias 2 e 3 de outubro.
A margem de erro estimada para os resultados é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%. O registro oficial do levantamento foi devidamente protocolado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.
Definitividade do voto Além do panorama de preferências, o estudo também avaliou a solidez da decisão dos eleitores consultados em todo o país.
Do total de participantes que já definiram um nome, expressivos 87% asseguram que o voto é definitivo e não sofrerão alterações até o momento da urna. Em contrapartida, 13% admitem a possibilidade de mudar de ideia e escolher outro candidato.
















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