O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou aliados políticos em Brasília nesta segunda-feira, 5, para estruturar a nova fase de sua campanha eleitoral. O petista disputará a Presidência da República no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcado para o dia 25 de outubro.
A articulação política em Brasília
A agenda do chefe do Executivo incluiu duas reuniões estratégicas ao longo do dia. A primeira, restrita aos coordenadores da campanha, aconteceu no Palácio da Alvorada. Mais tarde, às 17h, um encontro ampliado no Hotel San Marco reuniu ministros, governadores e parlamentares.
Nova estratégia após o primeiro turno
As movimentações ocorrem logo após a divulgação dos resultados oficiais pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na primeira etapa da disputa, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, ao passo que Lula da Silva registrou 45,16%, posicionando-se em segundo lugar.
Entre os chefes de Executivo estadual presentes nas negociações estavam Jerônimo Rodrigues, reeleito na Bahia, Rafael Fonteles, vencedor no Piauí, e Lucas Ribeiro, eleito na Paraíba. O grupo também contou com diversos senadores eleitos e reeleitos aliados à base governista.
Participaram ainda ministros de Estado, dirigentes partidários e ex-integrantes da gestão federal, como o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e os ministros Sidônio Palmeira e Paulo Pereira, além de nomes como Fernando Haddad e Camilo Santana.
A coordenação petista trabalha agora para ajustar o plano de ação, focando na conquista de eleitores que não votaram em nenhum dos candidatos no primeiro turno e na expansão do diálogo com diferentes legendas partidárias para o pleito que definirá o futuro do país.
















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