Jorge Messias defende AGU e nega influência de amizades

Sem citar PF, Messias diz que atuação na AGU ‘não é pautada por amizades’

O advogado-geral da União, Jorge Messias, declarou publicamente que sua gestão na Advocacia-Geral da União é guiada estritamente por preceitos constitucionais e análises técnicas, afastando qualquer influência de laços afetivos ou pessoais.

Posicionamento oficial nas redes sociais

O pronunciamento ocorreu após repercussões e análises divergentes acerca de recentes decisões institucionais tomadas pelo órgão, em um cenário marcado por turbulências políticas decorrentes de investigações sobre o Banco Master.

Em sua manifestação, o chefe da AGU enfatizou que assuntos de relevância nacional exigem tratamento pautado na impessoalidade, rigor técnico e transparência absoluta, rejeitando interferências de afinidades particulares.

Decisão sobre demandas da Polícia Federal

A polêmica ganhou força após o órgão rejeitar solicitações enviadas pela Polícia Federal relativas às operações Compliance Zero e Sem Desconto, que apuram fraudes no INSS e irregularidades ligadas ao Banco Master.

Segundo a defesa da medida, a atuação governamental precisa respeitar rigorosamente as esferas de competência estabelecidas na legislação brasileira.

Diálogo institucional e alinhamento com o Planalto

Messias reforçou que o relacionamento entre diferentes órgãos do Estado deve ocorrer às claras, preservando a harmonia e a independência entre os Poderes da República.

O advogado-geral concluiu ressaltando que conta com o respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para manter rigorosos níveis de exigência ética e profissional no cumprimento de suas atribuições constitucionais.