A disputa pela presidência da República entrou em sua fase mais intensa neste sábado (26), com os candidatos utilizando o horário eleitoral gratuito para enfatizar suas principais bandeiras e propostas de governo aos eleitores.
As propostas de Flávio Bolsonaro
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) apostou na temática da renovação política, adotando o mote de que o eleitor não suporta mais o atual governo. O postulante defendeu a classificação de facções criminosas e milícias como grupos narcoterroristas, além de reiterar o fim da reeleição e prometer cortes expressivos na carga tributária.
O candidato também centrou fogo na economia, prometendo a redução da taxa básica de juros e o alívio do endividamento das famílias por meio do controle da dívida pública. Durante o programa, houve duras críticas às promessas econômicas da oposição, ironizando o discurso de campanha passado.
As promessas da campanha de Lula
Por sua vez, o programa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu espaço para abordar pautas trabalhistas e sociais de grande impacto. Entre os destaques, o petista defendeu o fim da escala 6×1 de trabalho sem que haja qualquer prejuízo salarial aos trabalhadores.
A propaganda governista também detalhou medidas econômicas previstas para o próximo período, como a desoneração total de impostos sobre itens da cesta básica a partir de janeiro, a implementação da taxação sobre as grandes fortunas e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. A peça ainda rebateu ataques políticos anteriores.
Outros nomes na disputa eleitoral
A rodada de propagandas também abriu espaço para outros concorrentes ao Palácio do Planalto apresentarem seus diferenciais ao eleitorado brasileiro.
Ronaldo Caiado (PSD) focou sua comunicação nos resultados obtidos durante os dois mandatos à frente do governo de Goiás. O candidato destacou investimentos realizados nos setores de saúde, com a expansão de leitos de UTI e unidades oncológicas, e na educação, por meio de colégios voltados para a tecnologia, além de enfatizar o rigor no combate à corrupção.
Já Augusto Cury (Avante) buscou se posicionar como uma via alternativa à polarização tradicional que domina o cenário político nacional há vários anos, questionando a repetição dos mesmos nomes nas urnas.
Com a proximidade do pleito, a tendência é que os postulantes intensifiquem ainda mais a exposição de seus projetos nos meios de comunicação para conquistar os eleitores indecisos.




















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