O chefe do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, informou que 1.121 urnas eletrônicas precisaram ser trocadas em todo o território nacional durante a votação do primeiro turno.
Principais motivos para a troca dos equipamentos
De acordo com o balanço divulgado em coletiva de imprensa, a instabilidade na rede elétrica, com maior incidência registrada no estado do Paraná, representou o principal fator motivador para a substituição das máquinas. Apesar disso, o tribunal garantiu que nenhum local precisou recorrer ao sistema de votação em papel.
Impacto tecnológico e inclusão no pleito
A tecnologia também se destacou pelo uso massivo de plataformas digitais. Apenas no sábado véspera do pleito, o aplicativo e-Título registrou a emissão de 6 milhões de novos documentos virtuais, marca que se repetiu no domingo até a parcial divulgada.
No âmbito da acessibilidade e inclusão social, a iniciativa voltada à cidadania mobilizou esforços para garantir o direito ao sufrágio. Cerca de 2.000 eleitores com mobilidade reduzida receberam suporte de transporte até as seções eleitorais.
Atendimento a comunidades tradicionais
O programa de incentivo à participação cívica também contemplou populações vulneráveis. Mais de 8.000 moradores de comunidades isoladas, incluindo aldeias indígenas e territórios quilombolas, foram transportados para votar por meio de ações logísticas específicas.
Ao encerrar o balanço das atividades eleitorais, o magistrado fez questão de reconhecer o trabalho de sua antecessora na corte, ministra Cármen Lúcia, destacando que a estrutura prévia foi fundamental para o andamento bem-sucedido do pleito sob a dedicação conjunta dos servidores públicos.




















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