O ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo estadual, ACM Neto (União Brasil), emitiu uma nota oficial nesta quinta-feira (17) para repudiar o vazamento de um pedido de busca e apreensão da Polícia Federal que acabou rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante a 10ª etapa da Operação Overclean.
Reação firme contra vazamentos seletivos
O político classificou o ocorrido como uma estratégia de cunho político articulada para desgastar sua imagem na reta final da corrida pelas urnas. Segundo ele, há uma ação deliberada para fabricar boatos e vincular seu nome a irregularidades nas quais nunca esteve envolvido.
Decisão do STF aponta fragilidade nas acusações
A solicitação da PF, que havia recebido aval da Procuradoria-Geral da República (PGR) meses antes, investigava licitações da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. No entanto, o ministro Kassio Nunes Marques, relator do processo na Suprema Corte, rejeitou o pedido por ausência de provas que justificassem a medida contra o candidato.
O postulante ao Palácio de Ondina pontuou que a Operação Overclean teve início em dezembro de 2024 e que, ao longo de quase dois anos de apurações, nenhuma conduta ilegal foi apontada contra sua pessoa. Para ele, a própria postura do STF atesta a fragilidade das acusações.
Acusações contra adversários políticos
A menos de vinte dias do pleito, o ex-gestor municipal responsabilizou o grupo que governa o estado há duas décadas por supostamente instrumentalizar órgãos estatais para influenciar o resultado da eleição.
Ele declarou que a população tem a oportunidade de derrotar, em poucos dias, uma força política disposta a qualquer atitude para perpetuar-se no poder, ressaltando que os ataques não o desviarão de seu foco.
Por fim, a campanha confirmou que o candidato seguirá com sua agenda de compromissos por todo o território baiano, divulgando suas propostas até a data da votação, marcada para 4 de outubro.




















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