O primeiro turno das Eleições 2026 registrou uma taxa de abstenção de 21,07% em todo o território nacional, o que representa um total de 33.347.097 eleitores que optaram por não comparecer aos locais de votação.
Panorama nacional e comparecimento
Do total de 158.745.502 cidadãos aptos a exercer o sufrágio no país, 124.896.240 compareceram às urnas. Em termos comparativos com o pleito de 2022, houve um leve acréscimo de 0,12 ponto percentual no índice brasileiro, quando a ausência ficou em 20,95%. Já o número absoluto de votantes passou de 123.682.372 no pleito anterior para 124.969.840 em 2026, um crescimento aproximado de 1,03%.
Cenário na Bahia e variação regional
Na Bahia, o comportamento do eleitorado seguiu um caminho oposto ao cenário nacional. O índice de abstenção baiano fechou em 19,97%, ficando abaixo da média do país. No estado, 2.224.176 eleitores deixaram de votar, enquanto 8.912.394 baianos compareceram, de um total de 11.312.752 aptos. O percentual estadual apresentou uma queda na comparação com 2022, quando registrou 21,35%.
Diferenças entre estados brasileiros
Analisando o mapa do país, os maiores percentuais de ausência foram contabilizados no Mato Grosso do Sul, atingindo 23,87%, e no Rio de Janeiro, com 23,32%. Por outro lado, os menores índices de abstenção do período foram verificados no Ceará, com 15,52%, e em Roraima, com 17,12%.
Série histórica da participação eleitoral
O histórico de comparecimento demonstra variações ao longo dos anos. No primeiro turno de 2018, a abstenção foi de 20,33%, subindo de 19,39% em 2014 e 18,12% em 2010. Desde o início dos anos 2000, o patamar mais alto ocorreu justamente em 2026 (21,07%), enquanto o menor foi observado em 2002 (17,74%).
O perfil do eleitorado e a obrigatoriedade — exigida para brasileiros entre 18 e 70 anos, e facultativa para jovens de 16 e 17 anos, maiores de 70 e analfabetos — continuam sendo fatores determinantes para flutuações nesses números a cada pleito.




















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