O candidato ao governo baiano ACM Neto (União Brasil) classificou como uma manobra para interferir nas eleições o vazamento de um pedido de busca e apreensão da Polícia Federal que acabou rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Rejeição no STF e falta de provas
A solicitação da PF, que contava com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR), investigava contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte no âmbito da Operação Overclean. Contudo, o ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso na Corte suprema, indeferiu a medida por ausência de elementos que justificassem a ação contra o político.
Iniciada em dezembro de 2024, a investigação nunca apontou qualquer ato ilícito por parte do ex-prefeito de Salvador em quase dois anos de apurações. Para o candidato, a negativa do STF comprova a fragilidade e a inconsistência das acusações.
Acusações contra adversários políticos
A poucos dias do pleito, o candidato direcionou críticas severas ao grupo que administra o governo estadual há duas décadas, acusando a gestão de usar a máquina pública para tentar fraudar a percepção dos eleitores.
Segundo ele, a aliança governista é capaz de recorrer a qualquer artifício para perpetuar seu domínio político na região.
Apesar do episódio, o postulante ao Executivo estadual garantiu que seguirá firme com seus compromissos de campanha, percorrendo os municípios baianos para divulgar suas propostas até o dia da votação, marcada para 4 de outubro.




















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