O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, determinou a formação imediata de um grupo especial para apurar a situação da viação A2, alvo recente de investigações policiais. A medida foi anunciada nesta quinta-feira, 17, como desdobramento da Operação Vectura Corrupta, conduzida em conjunto pelo Ministério Público e pela Polícia Civil para desarticular esquemas ilícitos no setor de transporte urbano.
Composição e objetivos do grupo de auditoria
A força-tarefa municipal reúne agentes de setores estratégicos da administração pública, incluindo a Procuradoria-Geral do Município (PGM), a Controladoria-Geral do Município (CGM), a SPTrans e a Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT). A missão principal do colegiado é realizar um pente-fino minucioso em contratos, registros e possíveis conexões da empresa citada com o sistema de ônibus da cidade.
Histórico de intervenções no transporte paulistano
Para embasar a decisão, a gestão municipal relembrou o precedente estabelecido em 2024, quando adotou medidas enérgicas contra as viações Transwolff e UPBus. Naquela ocasião, a Prefeitura encerrou os vínculos contratuais por iniciativa própria e excluiu ambas as companhias da rede de transporte público, além de instaurar processos administrativos internos. Atualmente, nenhuma das duas operadoras faz parte da frota municipal.
Funcionamento da frota e cooperação com a Justiça
Em meio às apurações, a administração municipal garantiu que a circulação dos ônibus na capital não sofreu nenhuma alteração, operando dentro da normalidade para atender os passageiros.
A gestão reafirmou o compromisso de tolerância zero com desvios de conduta e destacou que continuará prestando total apoio às autoridades policiais e judiciais.
O rigor técnico aplicado na investigação visa blindar o erário e resguardar a integridade do serviço prestado à população de São Paulo.
















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